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FUMAS inicia ações pela campanha mundial contra suicídio

Publicada em 10/09/2018 às 15:56

Para marcar o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, lembrado hoje, 10 de setembro, a Fundação Municipal de Ação Social (FUMAS) amanheceu com as cores amarelas. Os funcionários que trabalham na sede administrativa da Fundação, no Velório Municipal Adamastor Fernandes e nos Cemitérios Municipais Nossa Senhora do Desterro e Nossa Senhora do Montenegro, receberam logo cedo um origami (dobradura) do pássaro tsuru, que na cultura oriental representa paz, amor, felicidade e longevidade. A ideia é multiplicar tais sentimentos positivos e oferecer ajuda a quem, muitas vezes, se cala diante das dificuldades impostas pela vida.

Paula de Carvalho Gimenez, do RH da FUMAS: “”O suicídio deve ser discutido naturalmente, sem traumas”.

Nas próximas semanas, voluntários do CVV (Centro de Valorização da Vida) farão rodas de conversas com funcionários da FUMAS. Na sede administrativa, o encontro será dia 21, às 10 horas. Para que todas as equipes lotadas no Velório Adamastor Fernandes e nos dois cemitérios também possam participar, foram montados outros quatro encontros a serem realizados entre os funcionários do SFM: no dia 24 (às 17h e às 18h) e no dia 27 (às 17h e 18h).

“Ações como o Setembro Amarelo podem contribuir muito, já que nem todos conseguem se comunicar facilmente ou apenas dizer o que estão realmente sentindo”, destacou Maria Teresa Rodrigues Moreira, assistente de administração da FUMAS. “Levantar essa bandeira pode, sim, ajudar alguém, como um colega de trabalho próximo de nós”, disse ela, que há 18 anos atua na Fundação.

Paula de Carvalho Gimenez, do Recursos Humanos da FUMAS, salientou que o objetivo dos encontros é alertar as pessoas para que fiquem mais atentas à gravidade do assunto. “O mundo moderno tem nos imposto um sentimento coletivo de isolamento e quem se encontra aflito, vivendo em silêncio o seu drama, sofre muito mais com isso”, acrescentou Paula, lembrando que há quatro anos, um agente funerário do Cemitério do Montenegro, que na época tinha apenas 28 anos, tirou a própria vida. “O suicídio é algo que deve ser discutido naturalmente, sem traumas. Estas rodas de conversa com as voluntárias do CVV são uma forma de abordarmos o problema e, com isso, também aprendermos a ouvir melhor para diagnosticar algumas situações em que possamos intervir, seja em nosso trabalho, em nossa família ou com nossos amigos.”

Assessoria de Imprensa – FUMAS
Foto: Divulgação




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