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Maestro José Bovolenta

Principal atividade ou função histórica: Música
Nascimento: 23/02/1874
Sepultamento: 07/06/1942
Localização: Quadra 44
Descrição do jazigo: Sepultura revestida de granito, com predominância modernista.

Dados biográficos e menção histórica:

Maestro italiano, José Bovolenta, chegou ao Brasil em 1891, depois de ter concluído o curso ginasial e realizado seus estudos musicais em Rovigo e Veneza. Fixou-se, inicialmente, em São Paulo, onde já se formava uma grande colônia italiana. Empregou-se na Força Pública, onde foi contra-mestre da Banda do 4º Batalhão de Infantaria. Em 1865, tornou-se maestro da Banda de Música Bersaglieri.

Em 1902, a convite de diretores da Companhia Paulista, Bovolenta transfere-se para Jundiaí, a fim de montar e dirigir a Banda Paulista, cuja criação era preconizada nos estatutos do Grêmio dos empregados daquela empresa. Dedica-se também à regência e ao ensino da arte musical na antiga Banda Ítalo-Brasileira.

Deixou cerca de 500 composições, entre elas, “Princesa d´Oeste” (fantasia), “Odalisca” (marcha sinfônica), “A Comarca” e “A Folha” (marchas dedicadas ao jornais que levavam esses nomes), “Angelina” (valsa de concerto), “O Barbeiro não Está” (marcha sinfônica), “Exposição” (passo doppio), “Edmondo de Amicis” (grande marcha sinfônica), “Ninho de Amores” (pout-porri) e as marchas religiosas “São Francisco”, “Maria Madalena”, “Santa Verônica”, “Rainha do Rosário”, “Santa Rosa”, “Santa Lúcia” e “Santa Verônica”.